14.9.09
20.8.09
Sem fantasia...Heróico quebrado

Ah!...peça Roda Viva...fim do primeiro ato
Que o instante de te ver
Custou tanto penar
Não vou me arrepender
Só vim te convencer
Que eu vim pra não morrer
De tanto te esperar
Eu quero te contar
Das chuvas que apanhei
Das noites que varei
No escuro a te buscar
Eu quero te mostrar
As marcas que ganhei
Nas lutas contra o rei
Nas discussões com Deus
E agora que cheguei
Eu quero a recompensa
Eu quero a prenda imensa
Dos carinhos teus
Enviada por Nelson R.Perez às 13:13 1 comentários
22.7.09
Honduras ao pé do ouvido
Esta radio transmite desde Honduras, sem censura, superando os bloqueios impostos pelo governo golpista. http://www.radiomundoreal.fm/
Enviada por Nelson R.Perez às 09:02 0 comentários
17.7.09
América latina, essa atrevida!
Faz um bué de tempo que esse espaço ficou a ver navios. Vou tentar preparar o retorno daquele que não foi. Nietzche, que não jogava no Corinthians, deixou segundo os mais dedicados o conceito de Eterno retorno... por acabar. No mundo da web, o texto A gaia ciência, toca no assunto. Enquanto eu engomo a calça, faço um copia/cola para os curiosos. Alguma dúvida favor procurar a família do Friedrich Wilhelm.
"E se um dia ou uma noite um demônio se esgueirasse em tua mais solitária solidão e te dissesse: "Esta vida, assim como tu vives agora e como a viveste, terás de vivê-la ainda uma vez e ainda inúmeras vezes: e não haverá nela nada de novo, cada dor e cada prazer e cada pensamento e suspiro e tudo o que há de indivisivelmente pequeno e de grande em tua vida há de te retornar, e tudo na mesma ordem e sequência - e do mesmo modo esta aranha e este luar entre as árvores, e do mesmo modo este instante e eu próprio. A eterna ampulheta da existência será sempre virada outra vez - e tu com ela, poeirinha da poeira!". Não te lançarias ao chão e rangerias os dentes e amaldiçoarias o demônio que te falasses assim? Ou viveste alguma vez um instante descomunal, em que lhe responderías: "Tu és um deus e nunca ouvi nada mais divino!" Se esse pensamento adquirisse poder sobre ti, assim como tu és, ele te transformaria e talvez te triturasse: a pergunta diante de tudo e de cada coisa: "Quero isto ainda uma vez e inúmeras vezes?" pesaria como o mais pesado dos pesos sobre o teu agir! Ou, então, como terias de ficar de bem contigo e mesmo com a vida, para não desejar nada mais do que essa última, eterna confirmação e chancela?"
PS: Se o Bué voltar a fazer fumaça a culpa é da tal América latina, essa atrevida!
Mas essa história fica para depois.
Enviada por Nelson R.Perez às 19:47 1 comentários
16.9.08
Para evitar outro Allende
Dos quatro grandes jornalões brasileiros na internet, dois deles deram timidamente a reunião da Unasul em apoio a Evo Morales. Entre a tentativa de golpe e os primeiros passos de um crach na economia....a opção foi o crach para esconder o golpe. O imprensalão vive.
Enviada por Nelson R.Perez às 10:36 5 comentários
5.9.08
Pirulo de Tapa
El presidente Lula, de Brasil, sorprendió con dos temas políticamente no correctos en su país. Primero, reconoció que un jugador argentino, Lionel Messi, es “el mejor del mundo”. Y además, resistió la prohibición de fumar en el palacio de gobierno. “En mi sala mando yo”, afirmó cigarrillo en mano en una entrevista. “La verdad –agregó–, yo defiendo el uso del cigarrillo en cualquier parte, sólo quien fuma se perjudica.” Pero aclaró que “si voy a otra sala, respeto el parecer del funcionario que trabaja allí”.
Enviada por Nelson R.Perez às 14:54 0 comentários
20.4.08
Fernando Lugo vence no Paraguai!
Agência Brasil de Fato: Na América Latina, nós percebemos que após o vendaval do neoliberalismo dos anos 90, novos ventos políticos sopram no continente. Como o sr. interpreta essa "nova" América Latina politicamente?
Fernando Lugo: Nós vemos com bons olhos o fato de que não exista um determinado fundamentalismo de esquerda que caracterizou a década de 60 e 70. Eu creio que existe uma esquerda mais inteligente, uma esquerda que não acredita em mudanças radicais, senão nos processos de mudança gradual e creio que é isso que está acontecendo nos países. Por mais que alguns movimentos sociais tenham as suas críticas, eu acredito que as mudanças na América Latina estão acontecendo, como no governo de Tabaré Vázquez, com Lula no Brasil, Evo na Bolívia... Governos que avançam em mudanças. Mudanças que caminham na perspectiva das grandes maiorias.
Agência Brasil de Fato:Muitos consideram o movimento indígena latino-americano o novo protagonista de mudanças significativas na região, muito mais que o movimento operário.
Fernando Lugo: O movimento operário, o movimento dos trabalhadores, pelo menos no Paraguai foi cooptado pelo sistema e está muito debilitado. As centrais sindicais que já foram determinantes hoje já não o são. Sem dúvida, o elemento étnico protagonista é o movimento indígena, sobretudo nos países andinos.
Agência Brasil de Fato:Qual é a sua impressão sobre o Exército Zapatista de Libertação Nacional (EZLN) e o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST)?
Fernando Lugo: Creio que o movimento zapatista é um movimento histórico, "embandeirado" em Zapata, grande revolucionário da Reforma Agrária no México. O zapatismo assume um protagonismo político no México, especialmente em 1994, naquele 1º de janeiro em San Cristobal de Las Casas para se fazer perceber no mundo que é uma região marginalizada historicamente. O que é lamentável são as forças repressivas que agem de forma muito dura contra os zapatistas. Mas eu creio que o movimento revolucionário armado... não sei se tem futuro hoje na América Latina. Eu creio que os elementos de paz hoje são mais fortes para as mudanças. Creio que cada um tem a sua lógica, as suas razões, os seus argumentos para realizarem as suas lutas, mas avaliou que, na América Latina, hoje, movimentos revolucionários não têm futuro.
Agência Brasil de Fato:E o MST?
Fernando Lugo: No Brasil, penso que o MST é um movimento que acolhe as bandeiras dos excluídos. Em toda a América Latina não é possível falar em mudanças sem ter em conta a reforma agrária, o problema escandaloso da concentração de terras, como no Paraguai, por exemplo. Eu penso que o movimento sem-terra coloca em debate não apenas elementos reivindicativos, mas sim propostas por mudanças reais e creio que isso é muito positivo.
Entrevista na íntegra na ABF.
Enviada por Nelson R.Perez às 23:37 2 comentários
A direita hoje
As vitórias eleitorais de Angela Merkel na Alemanha, de Sarkozy na França e de Berlusconi na Itália, servem para lembrar-nos da força da direita hoje no mundo. Na Europa ocidental, com as exceções da Espanha e da Noruega, a direita está no governo. Aqui mesmo, na América Latina, os governos do PAN no México, de Uribe na Colombia, são representantes indiscutíveis da direita latino-americana. No Brasil, a direita está representada politicamente pelo bloco tucano-pefelista e ideologicamente pelas grandes empresas mercantis da mídia. Por Emir Sader.
Enviada por Nelson R.Perez às 23:32 0 comentários
31.3.08
A estrela sobe
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva alcançou a maior popularidade em seus cinco anos e três meses de governo, atingindo índice que supera com folga o obtido por todos os seus antecessores desde Fernando Collor (1990-1992), pelo menos, mostra pesquisa nacional realizada pelo Datafolha. A aprovação de Lula é de 55%, apesar de a saúde ter sido eleita a área em que o governo apresenta seu pior desempenho.
Os números da pesquisa --feita entre os dias 25 e 27 com 4.044 entrevistados em 24 Estados, mais o Distrito Federal-- indicam que a popularidade recorde do petista foi alavancada por uma recuperação da aprovação no Sul, tradicionalmente uma das regiões mais críticas a ele (aprovação subiu 11 pontos percentuais, para 52%), e pela ampliação do seu prestígio no Nordeste, onde alcançou 68% de avaliação positiva. Por RANIER BRAGON.
Enviada por Nelson R.Perez às 12:09 1 comentários
28.3.08
E o Brasil assina embaixo
Na última rodada da pesquisa CNI/Ibope, divulgada ontem, a avaliação positiva do governo bateu o recorde dos dois mandatos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva - 58% dos 2.002 entrevistados consideram-no ótimo ou bom. Na pesquisa anterior, de dezembro de 2007, o índice já havia atingido 51%, patamar só alcançado em março de 2003, três meses após a posse. O levantamento aponta outros números positivos para o Palácio do Planalto e sugere a influência da economia na alta popularidade do presidente. Cida Fontes, de O Estado de S. Paulo.
Enviada por Nelson R.Perez às 09:29 0 comentários
